Moradores do Lago Sul e outras regiões temem comércio em residências
Jornal de Brasília – Representantes de entidades comunitárias do Lago Norte, Setor Habitacional Península do Lago Norte, Lago Sul e Park Way intensificaram a mobilização contra mudanças de regras nessas áreas que estão sendo estudadas por meio do projeto de atualização
da Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS) do Distrito Federal – em tramitação na Câmara Legislativa.
A proposta apresenta, no seu teor, itens no seu projeto original e emendas considerados polêmicos, com as quais não concordam. Alguns destes são a possibilidade de áreas residenciais serem transformadas em áreas comerciais, a mudança de caracterização do Parque das Garças, na Península do Lago Norte, de parque ecológico para área especial e a criação da setorização “área remanescente rural” para áreas urbanas irregulares com características rurais localizadas nestas regiões administrativas.
A ampliação da campanha de mobilização dos moradores contra as mudanças já tem sido observada por meio de faixas e cartazes
afixadas nas ruas do Park Way e do Lago Sul, e de carros de som que têm percorrido as ruas do Lago Norte e Lago Sul com esclarecimentos sobre o tema aos moradores. Também tem sido debatida por meio das reuniões das entidades comunitárias.
Na última semana, representantes do Lago Norte estiveram com o presidente da CLDF, deputado Rafael Prudente (MDB), que disse não
concordar com a mudança e firmou compromisso no sentido de atuar para que estas regiões administrativas do DF permaneçam em
seu formato original. Outros parlamentares contatados que também deram apoio à manutenção das áreas da forma como se encontram, conforme afirmou o presidente da Associação dos Moradores do Park Way (ACPW), José Jofre do Nascimento – ex-administrador regional desta RA – são Rodrigo Delmasso (Republicanos) e Leandro Grass (Rede).
Fonte Jornal de Brasília do dia 16 de agosto 2021 – página 6

















